Segundona bááááásica, um solzão, vento fresco.. dia lindo!
cada vez mais vou gostando da minha faculdade, da nova sala, os ensaios do teatro rolando..
é bom sentir esse gostinho de alegria, criança se lambuzando com algodão doce, riso solto.
Por hora, deixando as coisas acontecerem, se encaixarem e tá tudo certo.
"Tudo dando certo mas eu tô esperto, não posso botar tudo a perder..."
04 outubro, 2010
30 setembro, 2010
Arder.
deixando as coisas rolarem, a marvada queimar, a careta perdurar por alguns segundos.
alguém disse: "tudo que arde, sara."
então, deeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeixa arder! :D
alguém disse: "tudo que arde, sara."
então, deeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeixa arder! :D
27 setembro, 2010
Precision.
Sei lá.
As coisas existem e a gente se pergunta: "mas é isso?" ou "só isso?" ou"será assado?"
e vem milhões de perguntas na cabeça..
Vai repetindo mentalmente "mantendo uma distância confortável" pra ver se pega liga.
Mas é foda viu. É extremamente foda quando o que você quer é se jogar do desfiladeiro sem pensar... é como no parkour, quando estamos prestes a fazer o salto e não se pode errar. Em algum momento você desliga e simplesmente vai. É quando se esgota todas as dúvidas, as que restaram, somem... algo como senso aguçado das coisas. Uma brisa passageira.
É tenso sim, pra quem pensa demais [ou como a psicanálise define de: neurose obsessiva], dúvida é o instrumento de tortura mais elaborado que pode fazer uma pessoa padecer em segundos e por anos a fio.
Está chegando a hora do salto, já se esgotaram as dúvidas?
As coisas existem e a gente se pergunta: "mas é isso?" ou "só isso?" ou"será assado?"
e vem milhões de perguntas na cabeça..
Vai repetindo mentalmente "mantendo uma distância confortável" pra ver se pega liga.
Mas é foda viu. É extremamente foda quando o que você quer é se jogar do desfiladeiro sem pensar... é como no parkour, quando estamos prestes a fazer o salto e não se pode errar. Em algum momento você desliga e simplesmente vai. É quando se esgota todas as dúvidas, as que restaram, somem... algo como senso aguçado das coisas. Uma brisa passageira.
É tenso sim, pra quem pensa demais [ou como a psicanálise define de: neurose obsessiva], dúvida é o instrumento de tortura mais elaborado que pode fazer uma pessoa padecer em segundos e por anos a fio.
Está chegando a hora do salto, já se esgotaram as dúvidas?
23 setembro, 2010
T = f
Respire: 1, 2, 3... 38, 39, 40. Volta.
aumenta carga, 115 Kg. Respire.
1, 2, 3, 4 vezes.
Reforça.
intensidade: 10.2, 15 minutos. 14.0, 1 minuto. 4.0, 2 minutos, 14.0 30 segundos.
- Rotina.
acaba com qualquer preocupação ;)
aumenta carga, 115 Kg. Respire.
1, 2, 3, 4 vezes.
Reforça.
intensidade: 10.2, 15 minutos. 14.0, 1 minuto. 4.0, 2 minutos, 14.0 30 segundos.
- Rotina.
acaba com qualquer preocupação ;)
18 setembro, 2010
... Like a drug.
Bebendo, se perdendo, sendo guiada pelas batidas do som, no groove.
vai esquecendo o que há dentro e permitindo-se que mãos alheias, lascivas, vagueiam pelo seu corpo. Liberta-se de algo que lhe incomoda, devora, e torna-se refeição para muitos mesmo seu desejo sendo ser de um só.
Não pensa, nem se permite a tal tortura, só sente a tontura, a loucura, a euforia. Conduz a luxúria dos outros mas esquece da própria, aliás, esquece de si mesma.
joga-se na pista quase que da mesma forma numa montanha russa em alta velocidade e procura por isso, essa tal "insanidade" pois perigo é o que lhe atrai, suicida em potencial.
vai esquecendo o que há dentro e permitindo-se que mãos alheias, lascivas, vagueiam pelo seu corpo. Liberta-se de algo que lhe incomoda, devora, e torna-se refeição para muitos mesmo seu desejo sendo ser de um só.
Não pensa, nem se permite a tal tortura, só sente a tontura, a loucura, a euforia. Conduz a luxúria dos outros mas esquece da própria, aliás, esquece de si mesma.
joga-se na pista quase que da mesma forma numa montanha russa em alta velocidade e procura por isso, essa tal "insanidade" pois perigo é o que lhe atrai, suicida em potencial.
15 setembro, 2010
Ai.
pouca paciência tem me restado nessa semana, vou deslocar a culpa para a tpm.
penso que a faculdade vai tão leve, que dá a impressão que nem estou nela... vai entender.
os dias vão passando e só ontem me deu uma calma, aquela coisa gostosa. Um respirar mais aliviado, entende?
dizer a si mesma: ei, pra que se atropelar ?
Zélia sabe me fazer sorrir, certeza.
pouca paciência tem me restado nessa semana, vou deslocar a culpa para a tpm.
penso que a faculdade vai tão leve, que dá a impressão que nem estou nela... vai entender.
os dias vão passando e só ontem me deu uma calma, aquela coisa gostosa. Um respirar mais aliviado, entende?
dizer a si mesma: ei, pra que se atropelar ?
Zélia sabe me fazer sorrir, certeza.
13 setembro, 2010
Gosto assim.
Quando acordo cedo e sei que nada vai importar porque tudo está bem e vai ficar ainda melhor.
ter ao lado pessoas caras, daquelas que você garimpa numa montanha gigantesca ao longo da vida e encontra tais preciosidades. Tem que guardar...
Quero guardar vocês sempre, nem que seja na minha pouquíssima memória que quase sempre falha. Quero poder chegar aos sei lá quantos anos que talvez minha velhice possa me reservar e poder lembrar de todas essas preciosidades, das coisas que foram vividas e rir, do jeito mais infantil que as rugas possam permitir. Deixar que a emoção escorra pelo rosto em algumas lágrimas e sentir seu gosto, que no fundo se confunde com a saudade.
Desde já, obrigada.
07 setembro, 2010
M.a.t.o.
feriado no isolamento, achei que morreria de tédio mas não foi bem como imaginei.
não deu muito tempo pra pensar na cidade, nas coisas que tem lá, nas problemas...
mas voltando, vem chegando, as vontades, ansiedade batendo a porta e quando finalmente chega: nada.
que droga hein.
Mas não dá nada não, eu bem que me conheço.
não deu muito tempo pra pensar na cidade, nas coisas que tem lá, nas problemas...
mas voltando, vem chegando, as vontades, ansiedade batendo a porta e quando finalmente chega: nada.
que droga hein.
Mas não dá nada não, eu bem que me conheço.
28 agosto, 2010
27 agosto, 2010
Claríssimos.
E de repente me esbarro com uma "parede" branca. Que é isso ?
Não é parede, aliás, tá longe de ser.
É algo mais como cama box feita de viscoelástico sabe? Resumindo a sua procura no "gúgou", é daquele material que se molda ao corpo, o tal da tecnologia da NASA.
Como ia dizendo: não é parede. Até por que onde já se viu parede ter olhos e claros?
Nunca vi.
Quando a gente tem sono ou parte pra longe, o que mais se quer é sua própria cama. Vê? Não fujo à regra.
Suficiente para me fazer desejar dormir [ou não] mesmo dentro dum ônibus puído, calorento. Na medida para me fazer trocar o almoço por uma garrafa litrão de skol geladíssima em plena segunda feira com o sol refogando meus poucos neurônios e mesmo assim, não ter um traço sequer de mal humor. Consistente para ainda ficar com esse humor em plena sexta à noite, mesmo morta de cansaço e dolorida da academia.
Cama box? Não.
Estou afetada ? certamente, e não foi por conta daquele sol que aponta no céu.
Não é parede, aliás, tá longe de ser.
É algo mais como cama box feita de viscoelástico sabe? Resumindo a sua procura no "gúgou", é daquele material que se molda ao corpo, o tal da tecnologia da NASA.
Como ia dizendo: não é parede. Até por que onde já se viu parede ter olhos e claros?
Nunca vi.
Quando a gente tem sono ou parte pra longe, o que mais se quer é sua própria cama. Vê? Não fujo à regra.
Suficiente para me fazer desejar dormir [ou não] mesmo dentro dum ônibus puído, calorento. Na medida para me fazer trocar o almoço por uma garrafa litrão de skol geladíssima em plena segunda feira com o sol refogando meus poucos neurônios e mesmo assim, não ter um traço sequer de mal humor. Consistente para ainda ficar com esse humor em plena sexta à noite, mesmo morta de cansaço e dolorida da academia.
Cama box? Não.
Estou afetada ? certamente, e não foi por conta daquele sol que aponta no céu.
25 agosto, 2010
24 agosto, 2010
Na íntegra:
"É"
Senta-se na cadeira, estica as pernas e apóia um dos braços na mesa. Com o outro segura o copo americano, onde um líquido amarelo citrino rodopia com o balanço da mão.
Meu estômago começou a repetir o mesmo movimento daquele recipiente no instante que a vi.
A cada passo que meus pés galgavam, senti o frio subir pelos dedos, fez a curva no calcanhar, serpentiou pelas pernas, deu uma guinada na espinha e atravessou meu coração. A mesma temperatura da bebida foi penetrando com facilidade pela pele, quanto mais me aproximava daquela mesa, mais congelada a minha pequenina e frágil presença.
Um leve tremular transformou-se em terremoto, chacoalhando toda a certeza que eu tivera. A pele arrepiava-se cada vez mais, o queixo travou forças para não tremer, mas os dedos tornaram-se pegajosos e esfreguei as mãos pálidas na calça para enxugar.
Se eu pudesse, me enfiava num grosso casaco de lã para acabar com esse frio mas era uma hora da tarde.
O sol parecia pouco se importar em queimar qualquer coisa que saísse da sombra, assim como ela não se importara nenhum momento com um corpo esquelético, chacoalhante, cambaleando ao passar: comigo.
Eu era o copo; sem graça, gelado e suando frio por conta do líquido amarelo , que rodopiava e girava na mão daquela pessoa. A cada gole um pouco mais da minha vida ia se esvaindo do meu interior e descendo goela abaixo de outrém.
Me estilhaçava como um vidro que trincou com o choque de uma pedra arremessada a cada passo que meu corpo franzino dava, uma marcha fúnebre de uma pessoa só onde o próprio velado fazia seu funeral.
"É"
Senta-se na cadeira, estica as pernas e apóia um dos braços na mesa. Com o outro segura o copo americano, onde um líquido amarelo citrino rodopia com o balanço da mão.
Meu estômago começou a repetir o mesmo movimento daquele recipiente no instante que a vi.
A cada passo que meus pés galgavam, senti o frio subir pelos dedos, fez a curva no calcanhar, serpentiou pelas pernas, deu uma guinada na espinha e atravessou meu coração. A mesma temperatura da bebida foi penetrando com facilidade pela pele, quanto mais me aproximava daquela mesa, mais congelada a minha pequenina e frágil presença.
Um leve tremular transformou-se em terremoto, chacoalhando toda a certeza que eu tivera. A pele arrepiava-se cada vez mais, o queixo travou forças para não tremer, mas os dedos tornaram-se pegajosos e esfreguei as mãos pálidas na calça para enxugar.
Se eu pudesse, me enfiava num grosso casaco de lã para acabar com esse frio mas era uma hora da tarde.
O sol parecia pouco se importar em queimar qualquer coisa que saísse da sombra, assim como ela não se importara nenhum momento com um corpo esquelético, chacoalhante, cambaleando ao passar: comigo.
Eu era o copo; sem graça, gelado e suando frio por conta do líquido amarelo , que rodopiava e girava na mão daquela pessoa. A cada gole um pouco mais da minha vida ia se esvaindo do meu interior e descendo goela abaixo de outrém.
Me estilhaçava como um vidro que trincou com o choque de uma pedra arremessada a cada passo que meu corpo franzino dava, uma marcha fúnebre de uma pessoa só onde o próprio velado fazia seu funeral.
23 agosto, 2010
Simples.
das coisas que tenho, maior parte delas são simples.
quando você descobrir a alegria nessas coisas "simples" e tão "banais", ficará surpreso.
assim, vai vendo, vivenciando e aprendendo...
aprendendo que algumas pequenas horas são suficientes para entender e querer estar perto de quem gosta de você.
entender que pouco é muito.
compreender seu próprio ritmo, assim você acaba se amando mais, se cuidando mais, se respeitando.
"agora posso respirar, nunca senti tão bem"
quando você descobrir a alegria nessas coisas "simples" e tão "banais", ficará surpreso.
assim, vai vendo, vivenciando e aprendendo...
aprendendo que algumas pequenas horas são suficientes para entender e querer estar perto de quem gosta de você.
entender que pouco é muito.
compreender seu próprio ritmo, assim você acaba se amando mais, se cuidando mais, se respeitando.
"agora posso respirar, nunca senti tão bem"
20 agosto, 2010
o/
"break!"
uma pequena pausa:
um restaurante,
uma lanchonete,
um jantar,
um churrasco,
duas festas.
meu descanço para as próximas jornadas :)
uma pequena pausa:
um restaurante,
uma lanchonete,
um jantar,
um churrasco,
duas festas.
meu descanço para as próximas jornadas :)
17 agosto, 2010
"É."
"Senta-se na cadeira, estica as pernas e apóia um dos braços na mesa. Com o outro segura o copo americano, onde um líquido amarelo citrino rodopia com o balanço da mão.
Meu estômago começou a repetir o mesmo movimento daquele recipiente no instante...(..)"
Meu estômago começou a repetir o mesmo movimento daquele recipiente no instante...(..)"
14 agosto, 2010
Viver.
frio! yes! friiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiio!
só o vento gelado insistindo em querer ficar junto ao corpo mas,
pra isso existem vários métodos para afastá-lo.
como é bom.
bom é viver, bem.
só o vento gelado insistindo em querer ficar junto ao corpo mas,
pra isso existem vários métodos para afastá-lo.
como é bom.
bom é viver, bem.
11 agosto, 2010
In¹
sabe o que é esmurrar um portão de ferro de 3 metros de altura as 9 e alguma coisa da noite?
ficar com as mãos vermelhas, quentes desses socos, querendo acertar o rosto de um puto ?
sabe o que é ver sua mãe morrer aos poucos ? sabendo que é seu próprio pai que está a matando ?
sabe o que é ter de entrar em casa e olhar pra essas coisas e falar: "tudo bem, vai ficar tudo bem"?
sabe o que é acordar todas as madrugadas, 1, 2, 3, 4, 5 vezes do nada e sem motivo aparente?
sabe o que é olhar a conta do banco e de uma hora pra outra seu dinheiro some e aparece: "confisco de bens" ?
sabe o que é pegar o telefone, revirar uma agenda e não saber pra quem telefonar ?
não.
eu poderia deitar no meio do asfalto e esperar que um ônibus, caminhão esmagasse essa minha cabecinha que está com os neurônios quase queimados de tanta coisa que tem pensado. mas a cena não seria muito boa. me jogar do penhasco é ridículo também, se bem que daria mais trabalho para achar o corpo e.. não vem ao caso.
e quando acho que vou tirar uma parte da armadura, apertam ainda mais, soldam os parafusos, colou-se. a coisa toda se tornou tão animalesca que já não estou mais nem aí para as minhas dores nem a dos outros, em quem acertar, acertou e problema dele pois já que não me dão pausa, vou indo até as últimas consequências.
se sobrar pedaço pra contar história... vai ser muito.
ficar com as mãos vermelhas, quentes desses socos, querendo acertar o rosto de um puto ?
sabe o que é ver sua mãe morrer aos poucos ? sabendo que é seu próprio pai que está a matando ?
sabe o que é ter de entrar em casa e olhar pra essas coisas e falar: "tudo bem, vai ficar tudo bem"?
sabe o que é acordar todas as madrugadas, 1, 2, 3, 4, 5 vezes do nada e sem motivo aparente?
sabe o que é olhar a conta do banco e de uma hora pra outra seu dinheiro some e aparece: "confisco de bens" ?
sabe o que é pegar o telefone, revirar uma agenda e não saber pra quem telefonar ?
não.
eu poderia deitar no meio do asfalto e esperar que um ônibus, caminhão esmagasse essa minha cabecinha que está com os neurônios quase queimados de tanta coisa que tem pensado. mas a cena não seria muito boa. me jogar do penhasco é ridículo também, se bem que daria mais trabalho para achar o corpo e.. não vem ao caso.
e quando acho que vou tirar uma parte da armadura, apertam ainda mais, soldam os parafusos, colou-se. a coisa toda se tornou tão animalesca que já não estou mais nem aí para as minhas dores nem a dos outros, em quem acertar, acertou e problema dele pois já que não me dão pausa, vou indo até as últimas consequências.
se sobrar pedaço pra contar história... vai ser muito.
08 agosto, 2010
Pegando fogo.
yeah yeah yeah
quanto custa um sonho ? hã?
ninguém sabe.
quanto vale uma noite perdida no meio de pessoas desconhecidas, drogadas, alcoolizadas: libertas?
ver namoros dados como dissolvidos e no hall entre fumódramo, pista e banheiro, reatando?
e o contrário também.
"Vou rugir,
ficar fora até tarde
vou festejar com todos os amigos que você odeia
antes tarde do que nunca."
achou mesmo que manteria isso escondido?
If you keep up the ****, take the hit, dig the grave.
quanto custa um sonho ? hã?
ninguém sabe.
quanto vale uma noite perdida no meio de pessoas desconhecidas, drogadas, alcoolizadas: libertas?
ver namoros dados como dissolvidos e no hall entre fumódramo, pista e banheiro, reatando?
e o contrário também.
"Vou rugir,
ficar fora até tarde
vou festejar com todos os amigos que você odeia
antes tarde do que nunca."
achou mesmo que manteria isso escondido?
If you keep up the ****, take the hit, dig the grave.
03 agosto, 2010
Assinar:
Postagens (Atom)

