
27 fevereiro, 2012
Você;

25 fevereiro, 2012
22 fevereiro, 2012
Em construção.

17 fevereiro, 2012
15 fevereiro, 2012
14 fevereiro, 2012
Queria que entendesse: eu sinto saudades.
" Tanta falta me faz vocêMãe, o amor eu que tenho por você é seuComo é meuO meu aniversário."
13 fevereiro, 2012
Minha jangada.

"Minha jangada vai sair pro mar
09 fevereiro, 2012
08 fevereiro, 2012
07 fevereiro, 2012
06 fevereiro, 2012
03 fevereiro, 2012
02 fevereiro, 2012
01 fevereiro, 2012
E de você e de mim :)
31 janeiro, 2012
25 horas.

27 janeiro, 2012
25 janeiro, 2012
Vish
23 janeiro, 2012
22 janeiro, 2012
talvez seja apenas a vida cumprindo o seu papel, aliás, o meu papel.
18 janeiro, 2012
Parte: um.
13 janeiro, 2012
12 janeiro, 2012
10 janeiro, 2012
Hi stranger³
07 janeiro, 2012
05 janeiro, 2012
^^

03 janeiro, 2012

14 dezembro, 2011
06 dezembro, 2011

Existem tantas fotografias nossas.
Tantas que não existem quase nenhuma. Mas elas existem, pelo menos na minha cabeça.
Foram tantas poses gastas, de você, de mim, da gente... Se fossem reveladas, mandaria a você num papelote com um lembrete: “olha”. Simples assim.
Tenho tantas delas como quando você está sorrindo, não aquele sorriso amarelo ou forçado que às vezes damos em fotos que encontramos a família. Mas daquele que contém uma felicidade doce, um quê de afeição. Dessas tenho muitas, principalmente de nós, juntas. Das vezes que brincamos coisas bobas, até mesmo consideradas idiotas, mas eram boas.
De você pensando, falando, andando, dormindo. Gerúndio, eu sei. Mas a fotografia é assim, “apreende” algo em movimento para torná-lo eterno.
Algumas são coloridas, outras em preto e branco... da uma dramaticidade a mais, um impacto maior. Tenho saudades dessas fotos, essas que nunca tirei. Sequer cheguei perto do botão e; click. Pode ser daquelas maquininhas que pagamos no shopping e fazem várias mini-fotografias ou até mesmo dos senhores que ficam em parques com Polaroid a espreita, os famosos “lambe-lambe”.
Tenho algumas que são as preferidas (todos têm algumas coisas que preferem mais) como de você dormindo encolhida, vindo como uma faca afiada, cortando a multidão e vindo me abraçar, da gente abraças [em particular, são as que mais gosto], na chuva, de mãos dadas...
Um portfólio completo.
Fotos. Um objeto que toca as pessoas de modo singular, que faz pensar, re-pensar, emocionar, recordar, sonhar, projetar, viajar, vivenciar e tantos outros verbos que podem ser usados aqui.
Gostaria de revelá-las a você, mas não posso, pois elas não existem num chip, cartão de memória, negativo ou chapas. Não tenho um registro concreto dessas imagens, fica um espaço, parece ser uma parte incompleta da minha existência até aqui, até agora.
Ainda sim, posso te dizer que as fotos que tenho na minha subjetividade, são lindas.
Com toda a riqueza de detalhes fielmente gravados, e olha que é melhor do que as partículas de prata. São texturas, camadas e camadas de afetos sobrepujadas até que saia a imagem.
Dessas fotos, apenas pouquíssimas são poses não naturais. As espontâneas são mais bonitas, pois guardam todas as imperfeições que mais adoramos; uma careta, um sorriso torto...
Tem mais cara de serem vivas, acho que a verdade é essa. É isso, é vida. A vida... entende?
que me dá vida, nos “anima” [animus? Não sei mais se é essa a palavra que possui esse conceito], enfim, que faz andar.
30 novembro, 2011
|...
Preciso escrever, botar pra fora mas quando chego aqui: só pisca.
Enquanto fico estatelada aqui, Arion faz a mesma coisa: olhando pra mim, esses olhões grandes, amarelos.
Queria poder tirar com uma pinça os vários caquinhos que estão espalhados dentro do corpo, da cabeça. Quiçá, uma cola pra ajudar a grudar e ver se volta tudo no lugar.
Ai, que merda viu. Grande merda, com "G" maiúsculo mesmo. Porrada séria.
Acordo, subo na moto e ando por aqui, ora devagar quase parando, ora quase rasgando o asfalto e teimando em passar pelas poucas frestas entre outros veículos. Essa pedra, calo no sapato que diariamente machuca e faz com que me lembre desse nada.
Pra piorar [ou melhorar] fico ouvindo Marisa Monte e tudo o que eu não gostaria de escutar.
Queria poder rir, mas na verdade dá vontade é de chorar, de abraçar o travesseiro e dar um puta berro, ficar vermelha, sentir as veias do pescoço saltarem e o rosto ficar quente... só que nem pra isso tenho mais força. Então choro silenciosamente, olhos abertos, sem piscadela qualquer. Nem ao menos de dobrar o minguinho e tirar a lágrima que vai correndo perto do meu ouvido, deixo ela ir por ali... pra que secar? logo desce outra. Vai virar poça, poço, sisterna. Pra daqui algumas horas recomeçar o ofício.... o despertador toca, uma cara amassada e olheiras me encaram, um banho, mais um monólogo, escova os dentes, seca o cabelo, corpo, mas não seca o mais importante.
Piloto automático? não. Apenas uma neblina densa em tudo.
E não há reza que faça essa porcaria sair, deve ser pacto do capeta isso... deve ser.
Queria férias de mim mesma, de verdade. Por um tempo [sei lá quanto tempo] gostaria de ficar sem memória, sem lembrança. Me sinto tão cinza, bege. Sumi? acho que ainda não.
... ainda não.
Caleidoscópio, pra quê?
Acho que preciso dormir, muito. Pra ver se acordo sem essa canseira.. essas toneladas que pesam nos ombros, faz envergar o corpo e a cara amarrar. Enfim, recuperar... leito de hospital com sua parafernalha de piscas e avisos sonoros não é o destino, apenas uma cidadezinha de alguns mil habitantes, com sua única avenida e o senhor silêncio. Silêncio que diz tantas coisas.
"Ei de ser feliz também, depois."
Depois;
Depois;
Depois;
Depois;
Depois [...]
29 novembro, 2011

Sensação de ressaca, quando você acorda e o mundo da uma volta rápida demais.
Os olhos giram pro lado contrário dos pés....
um estouro, rompimento, jorra-se algo: seria água? a cachoeira que sai da torneira e você ainda insiste em fechá-la... por que, vai que dá certo né? é só colocar a mão que tapa o buraco, passa.
Até que você se cansa de ficar molhada e parada naquela posição que dá cãimbra só de pensar e resolve fazer o certo. consertar.
06 novembro, 2011
30 outubro, 2011
25 outubro, 2011
Pra te dizer.
Me apego fácil também... Acho que estou muito carente, por que em apenas alguns dias de conversa e já estou aflita com os meus tantos botões. Querendo me encontrar contigo, na verdade querendo que você me queira. E acabo de perceber que toda essa demanda é só minha. Realmente, você pode ter se aproximado por ter me achado legal enquanto eu, achando que era somente por interesse, atração.
18 outubro, 2011
11 outubro, 2011
27 setembro, 2011
12 setembro, 2011
08 agosto, 2011
Então...
29 julho, 2011
28 julho, 2011

Cry me a river.
13 julho, 2011

08 julho, 2011
28 junho, 2011
21 junho, 2011
"Notas"

um beijo, abraço e um até breve.
19 junho, 2011
30 maio, 2011
Poeira.
15 maio, 2011
Partidas

03 maio, 2011
Morning
27 abril, 2011
Veneno.
15 abril, 2011
11 abril, 2011
Até quando..
31 março, 2011
Ciclos.
22 março, 2011
You know

12 março, 2011
P. Soup
08 março, 2011
"Quem são vocês?"
Embora eu já faça parte deste time a 1 ano e meio, pela primeira vez é que consigo me dedicar interamente.
Se treino pesado na academia é para complementar os do futebol, todos os dias que penso em faltar, quando já não tenho mais força pra fazer aquela série ou é a perna que não aguenta mais fazer força seja no leg, seja correndo, lembro que quando mais eu suar ali, menos vou sangrar em campo com o time adversário.
Aí vem as meninas, cada uma delas. cada uma sendo um pequenino universo. E já não sou mais jogadora simplesmente. Sei lá o que sou aos olhos dessas tantas garotas, outras tantas mulheres feitas já... todas elas, uma constante preocupação para mim.
Aos poucos vão chegando as notícias das preocupações que elas tiveram comigo no período de ausência, das dificuldades. Logo vem os comentários de incentivo, elogios e reconhecimento, ao regresso...
Minha segunda casa: que saudades senti, como é bom estar de volta.
Obrigada meninas.
07 março, 2011
03 março, 2011
28 fevereiro, 2011
26 fevereiro, 2011
25 fevereiro, 2011
Vish.
meu irmão, nervoso... nem sabia o que dizer.
- Me fecharam
- O que ?
- Meu carro tá fudido
- Aonde você tá?!
- sei lá.
que uó.
2 pneus, um pará-brisa e outras coisas mais, tudo ferrado.
por conta da irresponsabilidade de um filho da puta qualquer.
enfim... complicado.
por outro lado, faculdado à todo vapor.
que coisa hein.
tomara que eu não caia da moto!
22 fevereiro, 2011
20 fevereiro, 2011
17 fevereiro, 2011
que coisa esquisita é essa ansiedade. Sou uma pilha de nervos prestes a entrar em curto circuito.
me reconheço nesse frenesi desde criança. aquela coisa de não se aguentar e apertar os dedos, fechar os olhos com força, dar pulinhos e quando sentada, mechendo os pés sem parar, tique nervoso mesmo. tudo isso por conta de certo desejo, aquele sonho. frase típica: "mãe, tá chegando?"
já em outros aspectos, não tenho um pingo sequer de energia para me mover. mais vagarosa que lesma entende? com essa mistureba louca é difícil conseguir administrar a cabeça.
ser humano é bicho estranho mesmo.
rsrsrs
euri³².
^^


































